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Taques diz que não entrou na política para enriquecer e que pensa no mais humilde

Rd news

11/07/18 às 18:32

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Taques diz que não entrou na política para enriquecer e que pensa no mais humilde

Taques garante que não entrou na política para enriquecer e nega insatisfação pela perda de antigos aliados políticos

Foto: Rodinei Crescêncio

O governador Pedro Taques (PSDB), que deve disputar a reeleição, afirma que não entrou na política para ficar rico. Prova disso, segundo ele, foi que seu patrimônio é o mesmo desde quando deixou carreira de procurador da República para ingressar na política.

Na declaração de bens de 2010, quando Taques disputou de forma vitoriosa o Senado, o então candidato declarou junto à Justiça Eleitoral possuir R$ 972,9 mil. Em 2014, quando deixou o Congresso para concorrer ao governo, teve seus bens avaliados em R$ 1 milhão. Ou seja, crescimento de pouco mais de R$ 27 mil em quatro anos - o valor de seus bens atuais ainda não foram declarados.

Taques garante que entrou na política para ajudar os menos favorecidos e, se quisesse ficar rico não estaria na política. “Eu tenho o mesmo patrimônio quando deixei o MPF, a minha família não ficou rica. Não quero ser político para ficar rico”, disse em entrevista, nesta quarta (11), à Rádio Difusora Bom Jesus da Capital.

Taques ainda relembra os ex-aliados. Diz que muitos deixaram de apoia-lo, após não terem pedidos atendidos. "Algumas pessoas não gostam de mim e eu quero que não gostem, porque não sou 'Maria vai com as outras', vaquinha de presépio”.

Alguns dos ex-aliados que hoje estão em lado oposto é o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), que foi coordenador-geral de Taques na eleição de 2014, e o ex-prefeito Mauro Mendes (DEM), que pretende se lançar ao governo.

Em relação à pré-candidatura, Taques afirma ser natural que quem esteja no mandato tente a reeleição. Lembra de Dante de Oliveira (falecido), Blairo Maggi (PP) e por último Silval Barbosa (sem partido). No entanto, o tucano disse que vai “bater o martelo” apenas no final das convenções, em agosto. Atualmente, o tucano conta com o apoio do PSDB, PSB, PPS, PRTB, Solidariedade e Patriota.
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