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Delegado se filia ao PPS para disputar cadeira na Assembleia Legislativa

Da Redação - Anderson Hentges

11/04/18 às 16:06 / Atualizada: 11/04/18 às 16:19

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Delegado se filia ao PPS para disputar cadeira na Assembleia Legislativa

Delegado regional Sérgio Ribeiro se afastou para concorrer eleição de 2018

Foto: Reprodução - Facebook

O delegado regional de Sinop, Sérgio Ribeiro, que está afastado das funções, confirmou por meio de sua página nas redes sociais sua filiação ao Partido Popular Socialista (PPS) e também a pré-candidatura como deputado estadual nas eleições deste ano. 

Ao Nova Edição, Ribeiro assegura que recebeu convites de sete partidos, porém após uma conversa com o ex-secretário estadual de Educação, Marco Marrafon (PPS), que vai à disputa como candidato a deputado federal, decidiu pela filiação. "Ele me parece uma pessoa íntegra e me apresentou o partido", explica.

Sérgio também menciona que há tempos tinha vontade de concorrer a um cargo político, no entanto que seu objetivo era disputar uma vaga na Câmara Federal ou até mesmo no Senado. "Temos que começar aos poucos e de algum lugar, então eu vou concorrer como deputado, pois estou começando", completa.

Um dos argumentos utilizados pelo delegado para se inserir na política foi a decepção com os trabalhos realizados como agente de segurança. Ribeiro critica como a Justiça é administrada no Brasil. "Estou cansado de prender bandido e no outro dia ele estar solto, não vemos resultados. Não aguento mais ver criminosos entrando por uma porta e saindo por outra, enquanto o cidadão honesto se tranca em casa".

O delegado também avalia que a classe política existente atualmente só pensa nos próprios interesses e esquece a população. Sérgio acredita que uma renovação deve ocorrer no cenário, pois se continuar com os mesmos líderes a situação não irá mudar. "Quando o político desvia os recursos públicos, ele não rouba só o dinheiro dos cidadãos, ele rouba ao mesmo tempo a saúde, a educação e a segurança, pois os recursos que vão para os bolsos dos paletós deixam de salvar, de comprar livros para os alunos e de ir para a construção de presídios, escolas e hospitais".

Uma de suas prioridades será a segurança pública, visto que atua nessa área, porém mensura que a educação e a saúde devem ser tratadas com mais responsabilidade. "Um cidadão não consegue produzir efetivamente se não tiver com a saúde em dia, ele também não consegue se não tiver uma educação de qualidade, e ao mesmo tempo, se ele tiver medo de sair trabalhar pela falta de segurança, ai que não produz", conclui.

Sérgio, que atua na região norte de Mato Grosso, desde que entrou para a Polícia Civil, há pelo menos 17 anos, foi um dos responsáveis pela implantação de alguns projetos, entre eles o Grupo Armado de Resposta Rápida (GARRA).
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