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Pesquisas apontam que as mulheres ainda ocupam poucos cargos de liderança no país

Assessoria

13/03/18 às 14:42

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Pesquisas apontam que as mulheres ainda ocupam poucos cargos de liderança no país

Diretora executiva do Grupo Valure, a coach e mentora de gestão Lorena Lacerda

Foto: Kamila Matins

Elas não se acham super heroínas. Longe disso, reconhecem as dificuldades. Mas, acima de tudo, sentem-se confiantes de suas escolhas. São mulheres, mães, esposas, filhas e profissionais competentes – que ocupam cargos de diretoria ou gerência em grandes organizações ou são donas de seus próprios negócios. Driblaram diversas barreiras, mas ainda encaram diferenças perante o mercado de trabalho – inclusive, de gênero.
 
Tanto que, atualmente, pesquisas apontam que elas representam somente 37% dos cargos de direção e gerência no país. Enquanto que no topo [nos comitês executivos de grandes empresas] são apenas 10%.
 
Conforme explica a diretora executiva do Grupo Valure, a coach e mentora de gestão Lorena Lacerda, esse quadro não é diferente em Mato Grosso. No entanto, ela observa que as mulheres estão, cada vez mais, desejando investir em suas carreiras para se sentirem realizadas profissionalmente – o que, por sua vez, representa uma luta desafiadora.
 
“Se você olhar no topo das organizações, os números apontam que as mulheres estão lá. Mas, com certeza, elas chegaram ali com a habilidade de fazer escolhas, bem como de saber administrar e conduzir diversas demandas de forma inteligente. Há uma procura crescente por parte das mulheres em se desenvolverem e adquirirem mais conhecimento e experiência para que possam exercer seus diversos papéis – seja em âmbito profissional quanto pessoal”, ressalta.
 
Desigualdade de gênero
Apesar das crescentes conquistas por espaço no mercado de trabalho, dados do Fórum Econômico Mundial apontam que o Brasil desceu para a 90ª posição no ranking do Índice Global de Desigualdade de Gênero 2017, que avalia a igualdade entre homens e mulheres em 144 países. Em 2016, o Brasil ficou no 79º lugar. Vale destacar que na primeira edição da pesquisa, realizada em 2006, o Brasil estava em 67º.   
 
Apesar do quadro, Lorena sinaliza que as mulheres estão traçando um caminho positivo em prol de romper estereótipos e preconceitos. Estão provando que é possível realizar suas metas profissionais, experimentar a alegria de fazer algo que amam, com qualidade e dedicação, bem como se sentindo completas como mulher. São gestoras competentes, assim como trabalhadoras motivadas e bastante conciliadoras, que harmonizam carreira e família.                   
 
“Elas continuam lutando por seu espaço. Apesar de enfrentarem desafios que envolvem desde conciliar a vida pessoal [em alguns casos, família e a realização de objetivos pessoais] até aqueles originados do próprio ambiente de trabalho – por vezes – masculino, elas têm lidado com isso com bastante tranquilidade. Mas, é um exercício que exige muito foco e habilidade em dizer ‘não’, bem como que requer planejamento para que se possa priorizar aquilo que é relevante”, explica.
 
Por outro lado, a coach e mentora de gestão complementa que as empresas que têm trazido as mulheres para operação em seus negócios retratam um ganho muito relevante com a diversidade. “Elas contribuem muito com sua sensibilidade para com o fator humano, criatividade, visão sistêmica e capacidade de realizar múltiplas tarefas. As empresas – seja em Mato Grosso ou pelo país – precisam evoluir para mais diversidade em suas operações”, aconselha.
 
Grupo Valure
Em 2018, Mato Grosso irá contar com novas edições do programa FAL (Formação Avançada de Líderes) do Grupo Valure, que atua na área de consultoria de desenvolvimento de gestão e liderança há quase 20 anos no Estado.
 
Por meio de cinco módulos e sessões de coaching, o programa visa desenvolver novos líderes e potencializar os atuais – facilitando o processo de crescimento e a expansão dos negócios. Mais informações pelo e-mail comercial@grupovalure.com.br ou pelo telefone (65) 3318-2600.  
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